Hoje eu estou aqui para enaltecer o empreendedorismo feminino, que é um assunto que ganha cada vez mais espaço nas mídias brasileiras graças ao seu potencial de promover transformações na sociedade e na economia do Brasil. De acordo com o Governo Federal, 3 em cada 4 lares são chefiados por uma mulher – e, dessas, 41% possui o seu próprio negócio.

No meio de um ambiente de negócios majoritariamente masculino, no qual o sucesso é ligado a imagem de um homem, o empreendedorismo feminino chama a atenção para a liderança feminina e amplia o espaço e visibilidade das mulheres, contribuindo com o rompimento de várias barreiras sociais.

A autoestima profissional, aqui, é essencial, é ela que faz com que diversas empreendedoras ganhem fôlego para tirar a ideia do papel e investir nas suas carreiras. Gerando, com isso, mais renda, empregos e oportunidades de crescimento para outras mulheres. A ideia de “mulher não deve trair mulher” cabe perfeitamente aqui, na minha concepção.

Aqui, na Alves & Righetto, não poderia ser de outra forma. A consultoria jurídica é fundada por duas mulheres: eu e minha sócia, a Natália. Nós nos conhecemos no meio jurídico, em Florianópolis (onde fica a nossa sede atual!), e nos identificamos quando percebemos que os nossos sonhos e objetivos profissionais se entrelaçavam; e foi a partir disso que demos vida para a A&R.

O maior intuito da nossa consultoria é de quebrar barreiras e inovar o mundo jurídico. Nós sabemos, através de pesquisas, apresentando palestras, cursos, workshops, mentorias, avaliações feitas pelos nossos clientes, visitando exposições e congressos internacionais, que o jurídico brasileiro encontra-se absolutamente fatigado, e o grande problema vem quando se nota o despreparo de inúmeros profissionais soltos pelo mercado, mas, principalmente, o receio dos antigos advogados de acompanharem o mundo da inovação que tem crescido de forma linear durante os últimos anos.

A ideia aqui é unir o que há de melhor no mundo do empreendedorismo feminino, com o que há de melhor no mundo jurídico: inovação, desburocratização, pessoalidade, garantia de crescimento para nossos cliente, profissionais que sejam, de fato, qualificados e, principalmente, a certeza de que existe confiança na relação profissional amigo e cliente amigo.

Como diz o personagem da série Orphan Black que tomei a liberdade de colocar nesse post, “The Future is Female”.

 

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